AVALIAÇÃO: 5/5 EDITORA: PLATAFORMA 21, CORTESIA ISBN: 9788550700403 GÊNERO: FANTASIA, ROMANCE, JOVEM ADULTO PUBLICAÇÃO: 2016 PÁGINAS: 360 SKOOB

Atenção: essa resenha pode conter spoilers do volume anterior!

Após os eventos surpreendentes que se passaram em “A maldição do vencedor“, Marie Rutkoski retorna com mais uma trama extremamente bem elaborada feita para surpreender o leitor ainda mais. Confesso que estava bem ansiosa pela leitura e com as expectativas bem altas e fico feliz em dizer que a autora não me decepcionou nem um pouco. Apesar de não ter me conectado de todo com a história no primeiro livro, ainda assim me apaixonei pelo enredo e a habilidade da autora em desenvolver a trama tão bem intrincada e devo mencionar que fiquei surpresa com a autora por ter se superado ainda mais nesse volume.

O crime do vencedor se inicia logo após os acontecimentos finais de “A maldição do vencedor“: Kestrel concordou em casar com o herdeiro do império valoriano e agora sua vida está resumida em jantares e a corte. Mas isso não é Kestrel e logo ela se vê em meio a intrigas e jogos de poder ao tentar ajudar o povo que, há pouco tempo atrás, achava ser seu antigo inimigo: os herranis.

Após o acordo de Kestrel com o império, Arin se tornou líder de Herran e está, mais do que nunca, empenhado em fazer o que estiver ao seu alcance pelo bem do povo dele, mesmo que com o coração partido por não saber as verdadeiras intenções de Kestrel, não saber por qual lado ela realmente luta.

As guerras e as resistências ainda acontecem por todo o território e o jogo político que se iniciou no primeiro volume da série, agora alcança um novo nível. O cenário é outro, os adversários são outros e o jogo está muito mais perigoso – e à altura – do que Kestrel imaginava. Suas habilidades de estrategista serão infinitamente mais testadas agora.

Quando comecei esse livro eu não imaginava que a trama pudesse ficar ainda mais elaborada do que já era, não imaginava que a autora conseguisse expandi-la ainda mais, criando novas vertentes e ampliando a teia de aranha que é o enredo dessa trilogia. Ledo engano. O imperador pode ser ainda mais cruel e manipulador que qualquer adversário de Kestrel já teve e a corte muito mais cheia de jogos de poder, traições e mentiras do que podemos imaginar. E cabe a nossa protagonista aprender a dançar essa nova música, a desvendar os mistérios e jogos que se jogam na corte e ajudar ao povo pelo qual criou tanta afeição. Continue lendo »

quinta-feira, 4 de Maio de 2017

AVALIAÇÃO: 4/5 EDITORA: PLATAFORMA21, CORTESIA ISBN: 9788592783006 GÊNERO: FANTASIA, JUVENIL PUBLICAÇÃO: 2016 PÁGINAS: 224 SKOOB

 A fome da imaginação

Escrito pela autora Katherine Applegate e publicado no Brasil pela Plataforma21, o título Crenshaw vai nos contar a história de Jackson, um garotinho que já passou por algumas situações difíceis na vida, mas tem um amigo imaginário que sempre está ao seu lado para ajudá-lo.

Jackson é um garoto muito inteligente e que adora fatos. Para ele as coisas que podem ser provadas são as mais importantes, ele não é como as outras crianças que ainda acreditam em fantasias, ele gosta de coisas que façam sentido e sejam verídicas. Por ser tão realista, o garoto fica muito confuso quando um gato enorme chamado Crenshaw, que costumava ser seu amigo imaginário quando ele era mais novo, reaparece em sua vida no momento em que as coisas em casa estão mais estranhas do que o normal.

Crenshaw reaparece justamente quando os pais de Jackson estão passando por muitas dificuldades e estão prestes a perder o pouco que possuem, mas o garoto não faz ideia do que está acontecendo e sente medo do que o futuro lhe reserva, pois ainda se lembra de como as coisas estavam piores anos atrás. A única coisa que trazia alegria para ele na época em que tudo estava mais difícil para a sua família, era a companhia de seu amigo imaginário que tornava tudo mais divertido, e agora com essa visita repentina, Jackson começa a sentir novamente que um pouco de fantasia pode fazer muito bem quando tudo parece que vai desmoronar.

Este é um livro sobre amizade e sobre a importância de ter alguém ao seu lado nos momentos mais difíceis da vida, e a autora Katherine Applegate soube escrever esta história com toda a leveza e cuidado que era necessário. Por ser um livro mais curto, a leitura é muito rápida, de modo que é possível lê-lo em apenas uma tarde, o que foi o meu caso, me sentei para ler e rapidamente terminei, com a sensação de que tinha acabado de ler um livro muito precioso.

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AVALIAÇÃO: 4/5 EDITORA: PLATAFORMA21, CORTESIA ISBN: 9788576839712 GÊNERO: FANTASIA, ROMANCE, JOVEM ADULTO PUBLICAÇÃO: 2016 PÁGINAS: 328 SKOOB

A maldição do vencedor é o primeiro livro da trilogia Vencedor, escrita por Marie Rutkoski e lançada pelo selo Plataforma21, da V&R Editoras. Confesso que já estava ansiosa por esse lançamento desde antes de saber que viria pro Brasil, e sem dúvidas foi uma leitura surpreendente!

Neste primeiro volume somos apresentados ao universo de guerra criado por Marie: de um lado temos os valorianos, um povo que valoriza a guerra (e é expert nela), que é ganancioso e sedento por poder e escraviza os povos conquistados. Do outro lado temos os herranis, um dos povos conquistados pelos valorianos, um povo que era rico e cheio de tradições e cultura, mas que tiveram tudo tirado deles, ao escolherem a escravidão ao invés da morte.

Kestrel é uma adolescente, filha do poderoso general valoriano Trajan, que deseja mais do que tudo na vida a liberdade de fazer as próprias escolhas, mas que tem a sua frente apenas dois caminhos: se tornar um soldado do pai ou casar aos 20 anos – duas coisas que ela não quer absolutamente. Em um ato impulsivo durante um de seus passeios à cidade, Kestrel acaba arrematando em um leilão um escravo herrani: Arin. O novo escravo de Kestrel é um herrani orgulhoso, que guarda muitos segredos e esse mistério que o cerca acaba por despertar certo interesse em Kestrel conforme ela vai percebendo que ele esconde muitas coisas.

O fato é que nenhum dos dois é o que parece ser, e mesmo contra todas as expectativas eles acabam criando uma conexão e uma cumplicidade. Mesmo assim, eles sabem das responsabilidades que têm perante seus respectivos povos, e em meio a um cenário de guerra, travam uma luta interna sobre o que é certo ou errado, sobre onde deve estar a lealdade deles. Continue lendo »

segunda-feira, 27 de Março de 2017

AVALIAÇÃO: 4/5 EDITORA: PLATAFORMA21, CORTESIA ISBN: 9788550700281 GÊNERO: ROMANCE, JOVEM ADULTO PUBLICAÇÃO: 2016 PÁGINAS: 340 SKOOB

A anatomia de um coração chegou as minhas mãos ao acaso, sem saber o que era e o que esperar. Curioso, quando fui pesquisar sobre, achei vários artigos de medicina, mas quase nada que me remetesse ao livro, o que deixou no ar um certo mistério. Apesar disso, comecei a leitura e em pouco tempo estava apaixonado pela narrativa.

Jenn Bennet nos apresenta uma jovem protagonista em busca de quem realmente quer ser e o que busca para seu futuro. Beatrix nos encanta a cada página, fazendo-nos querer seguir adiante e ver o seu amadurecimento. Totalmente diferente de outras garotas de sua idade, sua paixão é explorar a anatomia humana por meio de seus desenhos. Isso, por si só é um fator diferencial de muitos outros livros de mesma temática que vimos por aí.

A construção da personagem vem com o objetivo de mostrá-la forte e determinada. Além disso, o mocinho também é um atributo por si só. Jack é grafiteiro, misterioso e atraente, e não menos importante, um ótimo galanteador. Ambos acabam conquistando o leitor pela simplicidade e sinceridade com a qual levam seu relacionamento, em meio a todos os obstáculos que a vida coloca entre os dois.

A narrativa da autora flui com tranquilidade, sob o ponto de vista da própria Bex, ao mesmo tempo que cria uma expectativa pelo que vai acontecer. Os personagens, tanto principais quanto secundários, são bem construídos e cativam o leitor. O foco da história é sendo o casal principal, deixando um pouco de lado personagens que poderiam ter maior participação na história, como Heath e Noah. Apesar disso, a história ganha devida atenção por outros quesitos. A autora cria um certo mistério em torno de uma questão que irá permear boa parte da história, sendo que seu desenrolar se mostra totalmente diferente do que havia imaginado, ao mesmo tempo que terminamos o livro com um sorriso no rosto. Continue lendo »


EDITORA: PLATAFORMA21, CORTESIA ISBN: 9788576839828 GÊNERO: DISTOPIA, FICÇÃO CIENTÍFICA JOVEM ADULTO PUBLICAÇÃO: 2016 PÁGINAS: 328 SKOOB

EDITORA: PLATAFORMA21, CORTESIA
ISBN: 9788576839828
GÊNERO: DISTOPIA, FICÇÃO CIENTÍFICA JOVEM ADULTO
PUBLICAÇÃO: 2016
PÁGINAS: 328
SKOOB

Atenção: Essa resenha contém spoilers dos volumes anteriores!

Pensando em trazer novas opiniões e apresentar para vocês novos olhares a partir de uma mesma obra, esta resenha seguirá um formato diferente. Logo abaixo, vocês encontrarão duas opiniões a respeito de A última fase, terceiro volume da trilogia “A Doutrina da Morte“, escrita por James Dashner, o mesmo autor da série “Maze Runner“, ambos lançados pela V&R Editoras. O livro é voltado para o público juvenil, mas nada impede que seja lido e apreciado por leitores mais velhos. Por isso, eu, Camila, de 23 anos, convidei a minha irmã Melissa, de 13, para ler a história junto comigo e compartilhar o que ela achou da obra.

Camila

Quem estava ansioso pela conclusão da trilogia A Doutrina da Morte, do autor James Dashner, pode ficar tranquilo, pois A última fase finalmente foi lançado pela editora V&R. O último livro narra a continuação da aventura de Michael, que ainda está tentando entender os últimos acontecimentos e o fato de ser um código de computador ocupando o corpo de um ser humano real. Ele também não sabe direito quais são as motivações de Kaine e até mesmo da SSV, o órgão regulador da VirtNet – o mundo virtual.

Ao lado dos inseparáveis amigos Bryson e Sarah, ele reencontra sua antiga babá, Helga, que parece estar a seu lado e saber de coisas novas, fundamentais para destruir a Doutrina da Morte e tudo voltar a ser como antes. Neste terceiro livro da série, Michael está determinado a buscar as respostas que ficaram faltando e acabar com a guerra que está indo do mundo virtual para o real, em que os tangentes (pessoas criadas para ocupar o VirtNet) estão ocupando corpos de humanos.

Sem saber direito por onde começar, Michael terá outra dificuldade: a de saber quem é seu inimigo e saber quem está a seu lado. Antes, Kaine parecia assumir o posto de principal vilão. Mas agora tudo está fora de seu lugar e algo muito mais grandioso parece estar por trás de tudo.  Michael e seus amigos terão que descobrir seus aliados e uma forma de destruir a Doutrina da Morte e devolver aos humanos suas mentes.

Por mais que a premissa pareça confusa, tudo se encaixa neste terceiro livro. O ritmo é ainda mais ágil nesse volume, já que há muitas respostas para serem dadas. Os capítulos curtos contribuem para a rápida leitura, assim como as muitas cenas de ação que existem na história. A cada momento ocorre alguma reviravolta.

É notável a evolução de Michael nesses três volumes. Agora, ele está menos ingênuo, mais disposto a ir em busca de seus objetivos e finalmente encaixar as peças do quebra-cabeça. Além das diversas cenas de ação, há também a busca pela identidade de Michael, o reforço dos valores da amizade e também muitas pitadas de humor, protagonizadas, principalmente, por Bryson.

O fim da história foi bem desenvolvido e não deixou pontas soltas. Nas últimas páginas, há uma reviravolta que traz uma importante reflexão. A última fase é um livro de ficção científica com muita aventura e ação, uma série que deixa qualquer leitor ávido por respostas e por saber o que acontece no final da história.


Melissa

Desde que li o primeiro livro da trilogia de A Doutrina da Morte, “O jogo infinito”, escrita pelo James Dashner fiquei apaixonada e se tornou um dos meus livros preferidos. Quanto mais eu ia lendo mais me surpreendia e me apaixonava pela escrita e pelo universo que o autor criou. O segundo livro é Regras do jogo, que eu fiquei louca quando vi na livraria, foi tão bom quanto o primeiro, e da mesma forma como este, teve um final que “meu deus o que foi aquilo?”.

Agora vamos falar do último, mas não menos importante: A última fase. Não foi tão bom quanto os dois primeiro, mas acredito que tenha sido o mais importante. Ele possui informações que esclarecem fatos que ocorreram durante os outros livros que considero de grande valor. Porém, alguns momentos não tiveram muita conexão com o resto da história.

Além disso, há o final. Não ficou tão surpreendente e emocionante como eu esperava. Parte dele ficou legal e criativo, com coerência. Mas a outra parte faltou coerência, não combinou com o resto e ficou estranha. Acredito que poderia ter sido melhor, claro. Contudo não sei qual seria o meu final perfeito se eu pudesse mudá-lo.

Continuo amando a série e só porque o fim não foi tão bom não vou deixar de gostar. Indicaria? Com certeza, é ótima! Minha única tristeza é saber que não é tão conhecida e sei de apenas duas pessoas que eu conheço que já leram. Como amei os livros, pretendo ler mais obras de Dashner, e posso dizer que não vai demorar muito para que isso aconteça.


Conheça os outros títulos da trilogia A Doutrina da Morte:

1. O jogo do infinito (2014)

2. Regras do jogo (2015)

3. A última fase (2016)


AVALIAÇÃO: 4,5/5 EDITORA: PLATAFORMA21, CORTESIA ISBN: 9788576838456 GÊNERO: DISTOPIA, FICÇÃO CIENTÍFICA, JOVEM ADULTO PUBLICAÇÃO: 2015 PÁGINAS: 312 SKOOB

Atenção: Essa resenha contém spoilers do livro anterior!

Pensando em trazer novas opiniões e apresentar para vocês novos olhares a partir de uma mesma obra, esta resenha seguirá um formato diferente. Logo abaixo, vocês encontrarão duas opiniões a respeito de Regras do jogo, segundo volume da trilogia “A Doutrina da Morte“, escrita por James Dashner, o mesmo autor da série “Maze Runner“, ambos lançados pela V&R Editoras. O livro é voltado para o público juvenil, mas nada impede que seja lido e apreciado por leitores mais velhos. Por isso, eu, Camila, de 22 anos, convidei a minha irmã Melissa, de 12, para ler a história junto comigo e compartilhar o que ela achou da obra.

Camila

Regras do jogo é o segundo livro da trilogia Doutrina da Morte, de James Dashner. O livro começa do ponto em que terminou o primeiro, depois que Michael completou o Caminho e descobriu ser um Tangente, um programa de computador. Todo o seu mundo virou de cabeça para baixo, pois tudo o que conhecia, sua família, os lugares que frequentava, era tudo parte da fantasia. Entretanto, depois de conhecer o temido Kaine e os planos da Doutrina da Morte, ele percebe que o que acontece dentro do jogo pode estar mais perto da realidade do que se imagina.

Michael, inclusive, é peça chave desse plano. Para dar início ao seu projeto, Kaine faz com que o garoto vá para a realidade e assuma o corpo de um jovem do qual nunca ouviu falar. Assim que acorda em outro corpo, o jovem percebe que muita coisa está em jogo e decide saber mais sobre o plano maléfico e tentar recuperar a consciência do jovem que assumiu o corpo.

Para alcançar seus objetivos, Michael não vê outra alternativa a não ser encontrar os amigos Sara e Bryson e ir atrás de pistas sobre o que Kaine está fazendo, além de tentar impedi-lo. Mesmo com os amigos, ele não para de ser perseguido pelo ciberterrorista, já que Michael parece ser fundamental para Kaine, que o quer do seu lado a qualquer custo. Além de terem de escapar de diversas situações de perigo, o trio ainda tem que lidar com o fato de que os pais de Sara foram sequestrados e que está sendo divulgado na mídia que os principais suspeitos são os três amigos. Continue lendo »


AVALIAÇÃO: 4/5 EDITORA: PLATAFORMA21, CORTESIA ISBN: 9788576836896 GÊNERO: DISTOPIA, FICÇÃO CIENTÍFICA, JOVEM ADULTO PUBLICAÇÃO: 2014
PÁGINAS: 300
SKOOB

Pensando em trazer novas opiniões e apresentar para vocês novos olhares a partir de uma mesma obra, esta resenha seguirá um formato diferente. Logo abaixo, vocês encontrarão duas opiniões a respeito de O jogo infinito, primeiro volume da trilogia “A Doutrina da Morte“, escrita por James Dashner, o mesmo autor da série “Maze Runner“, ambos lançados pela V&R Editoras. O livro é voltado para o público juvenil, mas nada impede que seja lido e apreciado por leitores mais velhos. Por isso, eu, Camila, de 21 anos, convidei a minha irmã Melissa, de 11, para ler a história junto comigo e compartilhar o que ela achou da obra.

Camila

A obra se passa em uma sociedade futurística, na qual a maior diversão dos jovens é entrar em uma realidade virtual e aventurar-se em novos locais e situações. É isso o que faz Michael na maior parte do tempo. Quando vai para o seu “Caixão” e entra na VirtNet, ele encontra os amigos virtuais Sarah e Brison, passa horas por lá e tem como maior objetivo passar para o nível Deep do Life Blood.

Como passa bastante tempo no jogo, Michael aperfeiçoou suas habilidades de mexer com o código, o que permite que ele tire vantagens do jogo. Um dia, ele encontra uma garota e se depara com o que nunca tinha visto antes: desesperada, ela arranca o seu núcleo, que contém o código e faz com que ela não volte viva para a realidade caso morra no jogo. Logo depois, ela se joga de uma ponte. Após assistir ao suicídio que não conseguiu evitar, ele não para de pensar nas poucas palavras atormentadas ditas pela garota a respeito de alguém chamado Kaine, que aos poucos fazia fama na VirtNet pelos crimes virtuais que estava cometendo.

Buscando saber mais sobre o homem misterioso, ele descobre que seus atos afetavam as pessoas fora do jogo, deixando-as mortas ou em estado vegetativo. Um tempo depois, Michael é convidado pela empresa responsável pelo jogo a ajudar a solucionar o caso, devido à sua habilidade com o código. Sua missão seria procurar Kaine nas profundezas do jogo, descobrir mais informações sobre o grupo denominado “Doutrina da Morte” e entregá-lo para as autoridades competentes. Para isso, poderia levar os amigos e receber como recompensa o passe livre ao nível Deep. Continue lendo »