A Editora Intrínseca está homenageando o autor Josh Marleman, com uma semana inteirinha voltada para o seu novo livro Piano Vermelho (Confira aqui! ). <3

E hoje eu vou falar um pouco do “contexto e cenário da história”, partimos do cenário principal da aventura do Philip e sua banda – os Danes: o Deserto do Namibe.

Foto: “Deserto do Namibe”/Viagens de Papel (Divulgação)

“Com o pacote de informações, Philip descobre que a palavra Namibe significa vazio.

Vazio, desolado e imenso…

Todos os integrantes da missão recebem um pacote de informações sobre o destino final, o Deserto do Namibe. Lembrando que essa missão era descobrir a origem do som horripilante que estava propagando pela região. Philip fica receoso com os pontinhos coloridos no mapa, mas se depara com um cenário que carecia de referencias. Vamos lembrar que o ano é 1957 e eles não podiam dar uma “googlada”. Mesmo que o que se espera do deserto seja muita areia a paisagem encanta o grupo assim que aterrissam.

“Philip não está esperando uma tempestade, está esperando apenas o deserto plano, não subindo pelos ares, então demora reparar nas dunar de areia a distância.”

Localização:

 

“O avião pousou em meio à neblina, onde o mar se encontra com o deserto.”

Ao sul da Angola e ao norte da África do Sul, o Deserto do Namibe se estende por milhares de quilômetros e é um deserto costeiro, banhado pelo Oceano Atlântico. É o deserto mais antigo do mundo.

“- O deserto tem de cinquenta e cinco a oitenta milhões de anos. Foi lar dos nossos antepassados mais antigos. Do primeiro povo conhecido.”

Durante o dia o calor não cede e pode chegar a 60º. De noite o frio não deixa mais fácil de viver e pode beirar a 0º.

E mesmo com essas características o Deserto do Namibe abriga vida!

Foto: “Deserto do Namibe”/Viagens de Papel (Divulgação)

“Há vida no deserto do Namibe. Animais e insetos se tornaram tão aptos a suportar o calor intenso que alguns nem sequer bebem água.”

Cobras do deserto, lagartos, vários tipos de insetos, elefantes e até pássaros ocupam o deserto que não é só de dunas gigantescas. Porém os animais não importunam o grupo e nem atrapalham a missão. Só o som…

Mas o que as pessoas querem num lugar assim?

“Em 1908, garimpeiros alemães viajaram para a Namíbia com a a intenção de roubar diamantes da região. Na década de 1930, os diamantes haviam desaparecido, mas alguns edifícios construídos pelos estrangeiros permaneceram.”

Foto: “Deserto do Namibe”/Viagens de Papel (Divulgação)

Curiosidade:

“Welwitschia Mirabilis” é uma planta única do Deserto do Namibe. Planta?! Como?! Sua sobrevivência depende da sua capacidade de absorver a umidade do ar a partir das folhas e aguenta sem ser regada pela chuva pelo menos cinco anos.

E para finalizar essa pequena viagem ao Deserto do Namibe, vou deixar umas imagens lindas tiradas em um voo panorâmico no deserto. Se quiser ver o restante das fotos e a reportagem do sortudo que fez os cliques, e nem precisou procurar a origem de nenhum som infernal, clique aqui.

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E ai, já leu Piano Vermelho?

Sobre o autor
Janaína Rodrigues
Janaína Rodrigues Uma sonhadora nata, encantada com a magia que pode ser encontrada no mundo real. Super apaixonada por livros, quadrinhos e séries... Hum... fanática por animação e amante entusiástica de manifestações artísticas. Pedagoga, professora de informática, virginiana, Grifinória e, claro, divergente. Mais ou menos por ai...


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