AVALIAÇÃO: 3/5 EDITORA: PARALELA, CORTESIA ISBN:9788584390397 GÊNERO: CHICK-LIT, ROMANCE PUBLICAÇÃO: 2016 PÁGINAS: 400 SKOOB

AVALIAÇÃO: 3/5
EDITORA: PARALELA, CORTESIA
ISBN:9788584390397
GÊNERO: CHICK-LIT, ROMANCE
PUBLICAÇÃO: 2016
PÁGINAS: 400
SKOOB

Atenção: Essa resenha pode conter spoilers do volume anterior!

No segundo volume da série Bridget Jones, Helen Fielding continua nos contando a história de Bridget, aquela que você conheceu no livro O diário de Bridget Jones. Ela adora se meter em confusões, mas nesse segundo volume ela se superou.

O livro é a continuação do primeiro volume e ainda segue escrito em formato de diário. Agora que Jones namora Mark Darcy, ela ainda continua com paranoias e teorias de tudo que aprendeu lendo seus livros de autoajuda, e para completar as amigas Jude e Shaz conseguem ajudar a piorar a situação.

Até que um dia entra em cena Rebecca, uma pessoa que quer tirar Mark de Bridget. Isso se junta ao fato do relacionamento dela não estar a mil maravilhas, devido a problemas como falta de comunicação, e loucuras dos livros de autoajuda e conselhos de suas amigas.

Nesse livro, Bridget vai à Tailândia e sua vida acaba com ela em uma prisão, além de também entrevistar Colin Firth – ator que faz interpreta Mr. Darcy no filme Orgulho e Preconceito, o favorito de Bridget, o que acaba sendo um desastre.

A Editora Seguinte vem fazendo um lindo trabalho com essas edições novas da série, desde a capa até a diagramação, é tudo muito bem cuidado e bem feito. Porém, esse livro me agradou menos que o primeiro – senti que no primeiro eu me identificava bem mais com a protagonista – não que o livro seja ruim, obviamente que não, porém eu me identifiquei mais com o primeiro e espero que o próximo seja mais legal.

O livro, assim como o primeiro, foi adaptado para o cinema em 2004 e conta Renée Zellweger, Colin Firth e Hugh Grant no elenco. Como não assisti ao filme, não posso falar as diferenças que encontrei!

Helen Fielding é uma autora incrível, não tinha lido nada dela e essa série é bem divertida e conta com uma escrita delicada, muitas vezes acho que estou na cena e até mesmo ouvindo a protagonista falar. É possível se identificar bastante, pois algumas das confusões e conselhos já ouvimos de pessoas próximas ou aconteceram até mesmo com a conosco.

“Rebecca não é exatamente uma amiga, mas sempre aparecia no 192. O problema é que ela é como uma água-viva, que causa queimaduras quando menos se espera. Parece super simpática e amistosa a conversa inteira, então, de repente, a gente sente uma ferroada e não sabe de onde veio. (…)”

Foto: Stephany Guebur / Viagens de Papel


Conheça os outros títulos da trilogia Bridget Jones:

1. O diário de Bridget Jones (2016)

2. Bridget Jones – No limite da razão (2016)


 

 

Sobre o autor
Stephany Guebur Stephany Guebur, 21 anos (05/01) – Paraná Jornalista. Começou a ler no ensino fundamental, porque quanto mais livros apresentava, mais ganhava pontos na média. A partir daí, descobriu que ler é maravilhoso e que podemos viajar sem sair do lugar. Apesar de ter dado uma parada entre o ensino médio e a faculdade, sempre lia um livro aqui, outro ali. Entre seus livros favoritos estão a série "O Diário da Princesa", "Na Natureza Selvagem", e os de Monteiro Lobato, com os quais entrou no mundo da literatura, como muitas outras crianças. Além disso, é apaixonada por séries e viagens.


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