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Este mês, um dos lançamentos da Editora Leya é o livro Dublin Street, da autora Samantha Young. A história fala sobre a americana Joss, que, traumatizada pelo seu trágico passado, muda-se para a Escócia com o desejo de começar uma nova vida. Em Edinsburgo, ela esconde-se e tenta apagar memórias dolorosas por meio da escrita, com o sonho de, um dia, colocar seus fantasmas no papel. Quando conhece o irresistível Braden, Joss vê-se num dilema, já que os seus medos e passado impedem-na de entregar-se à paixão.

Além do lançamento do livro, a editora tem o objetivo de lançar uma campanha sobre a Síndrome do Pânico, com o intuito de mostrar que a doença é grave, mas que quem sofre deste mal não está sozinho, é compreendido e pode ser tratado. Como entendemos a gravidade da doença, também queremos ajudar a disseminar informações sobre ela e buscar ajudar quem possa estar sofrendo com isto. Confira, abaixo, o texto que preparamos com informações sobre a Síndrome do Pânico.

Cerca de 2 a 4% da população sofrem com a Síndrome do Pânico Ao contrário do que muitos pensam, a Síndrome do Pânico não é “frescura”. É uma doença que acomete de 2 a 4% da população, ocorre de duas a quatro vezes mais em mulheres do que em homens e se manifesta em pessoas mais jovens entre os 15 e 30 anos de idade. A síndrome, também conhecida como o transtorno do pânico, caracteriza-se por crises inesperadas de medo e desespero. Entre os sintomas estão falta de ar, boca seca, taquicardia, dormências, sudorese, tontura, desconforto, desespero e medo de morrer. As crises duram de cinco a 20 minutos, mas o sofrimento é constante, já que quem sofre da síndrome fica em uma insegurança e medo constantes, pelo fato de nunca saber quando a crise vai acontecer novamente.

As causas da doença não estão ligadas a apenas um fator, e sim a um conjunto. Estão relacionadas a fatores genéticos, biológicos, históricos e psicossociais. Existem três hipóteses que determinam as causas da doença: fatores genéticos; medicamentos ou drogas que aumentam a atividade cerebral; e produção desiquilibrada de neurotransmissores, substâncias que realizam a transmissão do estimulo nervoso entre as células cerebrais. O sistema nervoso também está ligado à doença, já que o pânico é resultado da hiperatividade do sistema cerebral

Com a ocorrência de crises de pânico, que acontecem geralmente de duas a quatro vezes por semana, a longo prazo a pessoa passa a ficar constantemente tensa, insegura e levar uma vida mais restrita. Cerca de 60% dos pacientes com a síndrome apresentam depressão e 12% tentam suicídio. A doença é grave e exige acompanhamento. Quem apresentar os sintomas deve procurar um médico e investigar se os sintomas não estão ligados a outras patologias, como o uso exagerado de certos medicamentos ou o hipertireoidismo, que provoca sintomas semelhantes.

Descartadas as possibilidades, o tratamento para a Síndrome do Pânico é feita por meio de medicamentos e terapia comportamental. “A terapia de exposição baseia-se na capacidade de o ser humano habituar-se ao estresse. É como se assistisse a um filme de terror 15 vezes. Na primeira vez, os cabelos ficam em pé. Na segunda, como já sabe o que vai rolar e que vai espirrar sangue no teto, a reação é menos intensa. Na última, o filme não desperta mais nenhuma resposta emocional”, explica Márcio Bernik, médico psiquiatra e coordenador do Ambulatório de Ansiedade do Hospital de Clínicas do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo. O tratamento deve ser mantido por, no mínimo, seis meses. O ideal é que o acompanhamento seja feito por um ano. A melhora ocorre entre duas a quatro semanas, mas as alterações biológicas demoram meses para desaparecer.

Dublin Street Dublin Street # 1Samantha YoungEditora LeYa400 páginas

Traumatizada pelo seu trágico passado, a americana Joss muda-se para a Escócia, na romântica Edimburgo, onde espera começar uma nova vida. Durante quatro anos tenta negar memórias dolorosas, refugiando-se na escrita, no sonho de um dia, finalmente, pôr os seus fantasmas no papel. Mas de repente tudo muda. Quando vai morar em um luxuoso apartamento na Dublin Street, conhece o desconcertante Branden, um carismático milionário que exerce sobre ela um irresistível fascínio. Joss se vê numa encruzilhada. Sabe que a atração entre ambos é imediata, avassaladora. Mas os demônios do seu passado a impedem de se entregar ao sensual escocês. É então que ele lhe propõe um estranho acordo, que lhes permitirá explorar a atração entre eles sem se envolverem emocionalmente. Joss aceita. E no início acredita, inocentemente, que o acordo vai dar certo. Mas Branden quer mais, muito mais, quer tudo. Quer desvendar todos os seus segredos – e está disposto a mudar o que for preciso para tê-la por inteiro. Mas será que ela está disposta a ir até o fim?

 

Fontes: Dráuzio Varella e Ministério da Saúde

Sobre o autor
Camila Tebet Camila Tebet, 22 anos (05/06) – Paraná Jornalista, tem a literatura como uma de suas paixões. Acredita que os livros têm o poder de transformar e falar sobre essa arte é um de seus passatempos favoritos. Lê de tudo um pouco, mas os gêneros de que mais gosta são os romances românticos e chick-lit. Entre os seus livros favoritos estão "Harry Potter" (é claro), "Na Natureza Selvagem", "Orgulho e Preconceito" e "A Menina Que Roubava Livros". Também é apaixonada por séries, cinema e fotografia. Escreve também para o site www.expressocultural.com.


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