terça-feira, 26 de julho de 2016

AVALIAÇÃO: 4/5 EDITORA:SEGUINTE, CORTESIA ISBN: 9788565765633 GÊNERO: JOVEM ADULTO PUBLICAÇÃO: 2015 PÁGINAS: 400 SKOOB

AVALIAÇÃO: 4/5
EDITORA:SEGUINTE, CORTESIA
ISBN: 9788565765633
GÊNERO: JOVEM ADULTO
PUBLICAÇÃO: 2015
PÁGINAS: 400
SKOOB

A cidade murada, escrito pela americana Ryan Graudin, conta-nos uma história ambientada num local remoto, esquecido por Deus e pelo homem. A área é densamente povoada, degradada e sem leis. Embora a história seja fictícia, a autora se inspirou num local que realmente existiu, o distrito de Kowloon em Hong Kong.

O enredo descreve cenas comuns de regiões dominadas pelo crime: uma favela repleta de crianças órfãs que estão propensas a criminologia e a violência, gangues, prostitutas, comércio de drogas e seres humanos, etc. O mundo além dos muros altos é desconhecido para muitos dos habitantes e dentro a cidade abriga segredos perigosos. Três jovens têm seus caminhos cruzados, todos sonham com sua liberdade e buscam-na intensamente dia após dia.

Mei Lee foi vendida como escrava sexual pelo pai, a moça é obrigada a se prostituir, mas com tempo passa a ser a concubina exclusiva de um embaixador influente e rico. Dai esconde seu passado e precisa se proteger a todo custo, faz dois anos que refugiou dentro da cidade, ele necessita cumprir uma missão em 18 dias ou terá sua vida arruinada. Enquanto isso, realiza negócios com um importante traficante de drogas e dono de um bordel. Jin é menina esperta que se veste de menino para se proteger, ela está à procura dá irmã que foi sequestrada. Agora, todos os três precisam cooperar entre si para terem qualquer chance de escaparem da cidade. Continue lendo »

domingo, 24 de julho de 2016

AVALIAÇÃO: 5/5 EDITORA:PENGUIN COMPANHIA ISBN: 9788563560995 GÊNERO: ROMANCE, ROMANCE DE ÉPOCA, FICÇÃO INGLESA PUBLICAÇÃO: 2014 PÁGINAS: 608 SKOOB

AVALIAÇÃO: 5/5
EDITORA:PENGUIN COMPANHIA, CORTESIA
ISBN: 9788563560995
GÊNERO: ROMANCE, ROMANCE DE ÉPOCA, FICÇÃO INGLESA
PUBLICAÇÃO: 2014
PÁGINAS: 608
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Orgulho e Preconceito” (1813) é uma das maiores obras da ficção inglesa, a obra que eternizou a escrita de Jane Austen. O livro traz uma protagonista forte, independente e corajosa, a frente de seu tempo. Elizabeth Bennet tornou-se uma das mais marcantes personagens femininas da literatura clássica mundial. Austen é autora de mais cinco romances publicados: “Razão e Sensibilidade” (1811), “Mansfield Park” (1814), “Emma” (1815), “A abadia de Northanger” (1818) e “Persuasão” (1818).

Mansfield Park começou a ser escrito em 1813 e foi concluído no verão, logo em seguida foi publicado. A obra difere dos demais títulos de Austen, a narrativa tem um tom mais sério e menos sagaz. Enquanto os outros romances possuem uma boa dose de humor, sátira e momentos românticos, o tema central desta obra é desprovido de tais elementos.

Em relação ao contexto histórico da trama, Austen faz referência ao abolicionismo, há a presença de debates sobre o tráfico de escravos que expõem diálogos inteligentes e trazem um olhar mais amplo do período histórico ao qual está inserido.

Neste livro, a autora conta a história de Fanny Price, uma jovem de uma família pobre que aos 10 anos de idade é enviada à propriedade de Mansfield Park. Desde então é criada pelos parentes ricos – o tio, Sir Thomas Bertram, proprietário de uma plantação em Antígua (Índia); e pelas tias, Lady Bertram e Sra. Norris, as irmãs de sua mãe.

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AVALIAÇÃO: 5/5 EDITORA: COMPANHIA DAS LETRAS ISBN: 9788535918502 GÊNERO: ROMANCE, FICÇÃO AFRICANA PUBLICAÇÃO: 2011 PÁGINAS: 328 SKOOB

AVALIAÇÃO: 5/5
EDITORA: COMPANHIA DAS LETRAS
ISBN: 9788535918502
GÊNERO: ROMANCE, FICÇÃO AFRICANA
PUBLICAÇÃO: 2011
PÁGINAS: 328
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Chimamanda é uma autora que há muito tempo queria conhecer seu trabalho. Para quem não conhece a escritora, ela é uma nigeriana que participa da música Flawless da Beyoncé. Como curso a graduação em História, em muitos momentos o nome da escritora era citado, despertando ainda mais a curiosidade. Dos romances publicados no Brasil, o que mais me atraiu (principalmente pelo tamanho) era Hibisco Roxo. No entanto, estava acostumado a narrativa metafórica de Mia Couto e tinha certo receio de não gostar tanto assim da escrita de Chimamanda. Ledo engano.

Em Hibisco Roxo, conhecemos uma Nigéria afetada pelos efeitos da colonização branca. Numa época de internet, celulares e capitalismo, o catolicismo de um grande capitalista, que é balanceado entre o altruísmo e a tirania religiosa e que rejeita as tradições de seu povo como bárbaras e profanas, ainda é capaz de assombrar a vida de sua família. É aqui que nos é apresentada Kambili, protagonista da história, que nos conta de que maneira seu pai vai lentamente destruindo a vida de todos com uma mistura de fé, pavor e superproteção.

Quando li a sinopse, não imaginava o quão quanto ia me surpreender. Li o livro em praticamente uma tarde, de tão envolvente que ele era. Chimamanda apresenta uma história em que várias forças estão atuando juntas e ao mesmo tempo de maneiras contrárias. De um lado temos o cristianismo fervoroso do pai de Kambili, decorrente do contato do branco com as populações africanas, que se mostra algo obsessivo e extremamente prejudicial a manutenção da família; de outro temos o tradicionalismo africano mostrado pelo avó de Kambili, um senhor sábio e contador de histórias, mas que aos olhos de seu filho é pagão e apenas comete pecados; por fim temos a figura da tia de Kambili, Ifeoma, que é professora universitária e que possui uma outra postura. Em meio a tudo isso, temos Kambili, uma jovem que muitas vezes não sabia o que fazer ou como agir.

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quinta-feira, 21 de julho de 2016

tá-todo-mundo-mal- resenha - viagens de papel

AVALIAÇÃO: 5/5
EDITORA: COMPANHIA DAS LETRAS, CORTESIA
ISBN: 9788535927207
GÊNERO: CRÔNICAS
PUBLICAÇÃO: 2016
PÁGINAS: 196

Preciso dizer aqui, nessa primeira linha, que quando soube que poderia receber esse livro fiquei aos pulos. Tá certo que comecei a acompanhar o canal da Jout Jout apenas no início deste ano. Após um começo de manhã calmo e tranquilo no trabalho, uma amiga, por coincidência também chamada Julia, me mostrou esse vídeo: JOUT JOUT RURAL.

Chorei litros de tanto rir. Achei diferente. Ousado. Criativo. E pronto, fui fisgada e me tornei uma das seguidoras do canal, que hoje tem quase 1 milhão de inscritos. E claro, super me identifiquei com ela, porque Julia é formada em jornalismo, por acaso o curso que estou concluindo. \o/

A história da Julia, dessa Julia, começou no Youtube, em 2014, quando, despretensiosamente, ela resolveu ligar a câmera e gravar um vídeo simples, sem grandes produções, pra falar sobre um assunto qualquer.

Um vídeo levou a outro, até que muita gente começou a curtir o canal e a elogiar o jeito diferente. Então, Caio, o namorado cineasta e misterioso, começou a ajudá-la nas edições e gravações, e hoje os dois trabalham juntos. Olha como é a vida. Preciso comentar aqui que o prefácio do livro foi escrito por ele também.

gif-jout-jout-viagens-de-papel

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terça-feira, 19 de julho de 2016

Avaliação: 4/5 Editora: Companhia das Letras, Cortesia ISBN: 9788535925975 Gênero: Ficção Inglesa Publicação: 2016 Páginas: 396 Skoob

Avaliação: 4/5 Editora: Companhia das Letras, Cortesia ISBN: 9788535925975 Gênero: Ficção Inglesa Publicação: 2016 Páginas: 396 Skoob

O gigante enterrado é classificado como um romance do gênero fantástico, o que discordo, a obra em si é uma fábula, desde o início da narrativa somos apresentados a um casal de anciões que passam por dificuldades em sua vila, localizada na Grã-Bretanha numa época remota (Idade Média). Posteriormente, após alguns episódios inexplicáveis, Axl e Beatrice se questionam a respeito de suas memórias.

Muitos fragmentos de memórias são introduzidos na história de modo peculiar – metafórico, o casal, num instante se lembra de algum acontecimento importante em suas vidas, mas logo essas lembranças se dissipam rapidamente de suas mentes. Eles sabem que em algum momento tiveram um filho, e devido a um episódio que não recordam de imediato, o filho foi para uma terra distante. Assim, decidem seguir viagem para encontrar o filho perdido e entender o que está havendo de errado com as pessoas de sua vila e fora dela.

O livro narra uma aventura que fala da antiga Britânia e de seus mitos, a história é ambientada após o reinado de Arthur, o mesmo rei das lendas dos Cavaleiros da Távola Redonda, do Mago Merlin, da espada Excalibur, etc. Conforme nos situamos na história, compreendemos os anseios dos personagens e sua busca por respostas. Com o tempo, o casal descobre o que há de tão extraordinário por detrás do mistério que ronda e ameaça as memórias de todos, o que houve no passado que causou tal rebuliço no presente e no futuro a sua volta. Continue lendo »


Resenha do livro "Voltar para casa", escrito pela autora Toni Morrison, primeira autora negra a receber o Prêmio Nobel de Literatura, e publicado pela editora Companhia das Letras.

Avaliação: 4/5
Editora: Companhia das Letras, Cortesia
ISBN: 9788535927122
Gênero: Ficção, Literatura norte-americana
Publicação: 2016
Páginas: 135
Skoob

Voltar para casa é o tipo de livro que, mesmo que curto, traz uma história impactante, sensível e que aborda os dramas humanos de forma única. A história foi escrita em 2012 pela autora americana Toni Morrison, vencedora do Prêmio Nobel de Literatura. Ela foi a primeira escritora negra a receber o prêmio, em 1993. Este é seu romance mais atual e ele conta a história de dois irmãos que tiveram suas vidas marcadas por muitos acontecimentos sofridos e que tentam regressar ao lar.

O livro é dividido em capítulos curtos e a narrativa é intercalada em 1ª e 3ª pessoa, resgatando a história dos irmãos Frank e Ycidra Money. Quando crianças, os dois sempre foram muito unidos e desenvolveram uma relação próxima, de parceria, proteção e amizade. A vida acabou levando os dois para caminhos distintos. Ele foi convocado para a guerra e ela se casou com um homem que a abandonou logo em seguida. Mesmo distantes, eles buscam se reencontrar.

Frank acabou de voltar da guerra e carrega marcas difíceis de serem esquecidas, que o impedem de seguir em frente. Já Ycidra carrega o fardo de ser uma mulher negra na década de 50, em uma época marcada pelo machismo e pela segregação racial. Para sobreviver, ela busca caminhos muitas vezes humilhantes, capazes de feri-la de todas as formas.
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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Avaliação: 5/5 Editora: Companhia das Letras, Cortesia ISBN: 9788535927108 Publicação: 2016 Páginas: 464 Skoob

Avaliação: 5/5
Editora: Companhia das Letras, Cortesia
ISBN: 9788535927108
Gênero: História, Não Ficção Publicação: 2016
Páginas: 464
Skoob

Robert Darnton é um dos maiores historiadores na atualidade. Sua pesquisa se relaciona diretamente com a história do livro, de práticas de leitura e da comunicação, tendo como foco a França no período moderno. Para quem não sabe, curso a faculdade de História e este é um dos autores com o qual acabo tendo maior contato. Já li algumas obras dele, que tratam sobre a questão do livro, mas também do Iluminismo e até mesmo sobre medicina. Quando vi a oportunidade de solicitar Censores em ação, não pensei duas vezes.

Aviso de antemão que achei a proposta do autor para esse livro fantástica. A partir de três períodos da história, Darnton procura analisar o processo de censura que ocorria por parte de um setor que possuía influência em toda a sociedade. Censura no que se restringe à práticas de leitura, envolvendo desde a publicação de livros até a circulação do que deveria ser lido. Para isso, o autor se utiliza de uma metodologia praticada entre alguns historiadores chamada de história comparada, pelo qual se realiza uma comparação de um mesmo tema, mas em locais e períodos específicos.

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AVALIAÇÃO: 5/5 EDITORA: COMPANHIA DAS LETRAS, CORTESIA ISBN: 9788535921632 GÊNERO: FICÇÃO MOÇAMBICANA PUBLICAÇÃO: 2012 PÁGINAS: 256 SKOOB

AVALIAÇÃO: 5/5
EDITORA: COMPANHIA DAS LETRAS, CORTESIA
ISBN: 9788535921632
GÊNERO:REALISMO FANTÁSTICO, FICÇÃO AFRICANA
PUBLICAÇÃO: 2012
PÁGINAS: 256
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É sempre uma lição de vida ler Mia Couto. Seja pela sua narrativa extremamente poética e repleta de metáforas, seja pela seriedade e pelas questões que aborda em suas histórias. Já li alguns livros do autor, mas nenhum com questões tão sérias quanto “A confissão da leoa“. Mas uma vez, o autor se utiliza de simbolismos para pensar a sociedade africana, suas práticas e tradições.

Na aldeia de Kulumani, norte de Moçambique, começam a ocorrer casos de ataque de leões, gerando um sentimento de pânico na população. O alerta acaba se espalhando por todo país, e um caçador, Arcanjo Baleiro, é enviado para dar cabo das feras. Junto dele, está Gustavo Regalo, escritor e personagem inspirado no próprio autor. Só que Regalo é apenas um elemento secundário nesta trama, em meio a outros elementos e personagens tão complexos. A história ganha dois narradores, em capítulos alternados, misturando passado e presente: o caçador e uma moça da aldeia, Mariamar, cuja irmã, Silência, foi a vítima mais recente das feras. A partir dos monólogos interiores de ambos os personagens, ficamos sabendo que anos antes tiveram um encontro romântico. Além disso, acompanhamos os dramas secretos de cada um deles: Arcanjo apaixonado pela mulher do irmão, que se internou num hospício após ter matado o pai com um tiro; Mariamar atormentada pela lembranças de sua infância, a figura obscena do pai e a suspeita de ter um pacto com a leoa. Em meio a tudo isso, temos a sucessão de acontecimentos envolvendo assassinatos, incesto, traição, opressão política e sexual.

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Avaliação: 4/5 Editora: Companhia das Letras, Cortesia ISBN: 9788535926835 Gênero: Realismo Fantástico Publicação: 2016 Páginas: 232 Skoob

Avaliação: 4/5
Editora: Companhia das Letras, Cortesia
ISBN: 9788535926835
Gênero: Realismo Fantástico, Ficção Africana
Publicação: 2016
Páginas: 232
Skoob

Eu ainda não conhecia a escrita de Mia Couto e decidi ingressar em suas obras através de O último voo do flamingo. A obra já começa de maneira bem curiosa e se passa depois de uma longa guerra civil, em que soldados das Nações Unidas estão em Moçambique para acompanhar o processo de paz e começam a explodir, aparentemente sem nenhum motivo concreto. A história é ambientada na pequena vila imaginária Tiganzara, no sul do país, e se destaca pelo realismo fantástico e linguagem poética do autor.

Quando uma série de explosões acontece, um missionário italiano chega a cidade para investigar os estranhos acontecimentos. Ele é acompanhado por habitante do local, nomeado seu tradutor, e juntos eles começam a desvendar o mistério e a perceber as diferenças entre suas culturas e crenças, já que Tiganzara é uma cidade envolta por histórias de magia e personagens peculiares.

Permeada pelo realismo fantástico, a obra traz críticas a respeito das variadas relações de poder, da colonização, independência, exploração, corrupção, entre outros. Por meio de uma linguagem poética e frases de efeito, o autor coloca, valendo-se também de ironia, diversos questionamentos a respeito desses assuntos. Ainda que envolto em uma névoa de magia, o livro traz histórias de uma Moçambique que acabou de conquistar a sua independência e que, após a guerra civil, ainda tenta se recuperar da influência que os governos autoritários e corruptos deixaram em seu país.

Para contar essas histórias, o autor fala sobre as tradições e crenças locais de uma maneira marcada pela poesia e esperança. A cidade está praticamente envolta numa névoa de magia e algumas coisas não podem ser explicadas, porque simplesmente fazem parte do local, algo que é característico da cidade. Contando as histórias da cidade de forma natural, o autor mostra que essas lendas africanas precisam ser contadas de maneira diferenciada.

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As sombras de Longbourn

Avaliação: 4/5
Editora: Companhia das Letras, Cortesia
ISBN: 9788535923964
Gênero:Romance, Romance Histórico
Publicação: 2014
Páginas: 456
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Quem nunca ouviu falar de Jane Austen e seus romances inesquecíveis? A escritora inglesa é considerada por muitos como uma das maiores personalidades femininas da literatura mundial. As histórias de Jane Austen inspiraram muitos outros títulos ao longo dos anos, mas nem um tão fiel aos detalhes do romance original quanto As Sombras de Longbourn.

Escrito sob a ótica de “Orgulho e Preconceito”, As Sombras de Longbourn, romance escrito pela inglesa Jo Baker, conta-nos a história dos criados da família Bennet. Baker traz uma nova visão da residência de Longbourn, nada de bailes glamorosos e vestidos estonteantes, desta vez, conhecemos o dia a dia de seus serviçais e suas funções.

Ao contrário de outros nobres de sua época, os Bennet não dispunham de uma grande quantidade de criados, os serviços executados na propriedade eram realizados por um pequeno grupo, inicialmente composto por duas jovens e um casal de idosos, posteriormente um novo criado é contrato pelo sr. Bennet.

Baker deu voz e dinâmica aos personagens que mal (ou nem) apareciam em “Orgulho e Preconceito”: Sarah, a típica heroína, uma mistura de Elizabeth Bennet e Jane Eyre; Polly, uma jovem órfã como Sarah; Sr e Sra Hill, o mordomo e a governanta; por último, James Smith, o lacaio que assume várias das tarefas dos demais serviçais. Continue lendo »